Charizard holo, coleção base de 1999
Com marcas de uso, uma ponta levemente gasta. Sempre no sleeve.
Um card por um console. Um NFT por um NFT de outra rede. Algo da sua carteira por algo do mundo real. O Dot encontra quem tem o que você quer — sem preço, sem ponte, sem dinheiro.
Com marcas de uso, uma ponta levemente gasta. Sempre no sleeve.
Anúncios reais, ao vivo do mural. Toque em um para ver, ou diga o que você daria por ele.
Cadastre-se com seu e-mail, anuncie o que você tem — um card, um console, um NFT — e troque pelo que você preferir.
Ethereum por Base, Zora por Polygon. Na mesma rede é uma transação só — os dois se movem ou nenhum se move. Entre redes, o mural confere na blockchain que cada lado ainda tem o seu.
Como funcionam as trocas entre redes →Um booster box lacrado por uma arte que você ama. O NFT é conferido na blockchain, a caixa tem prazo de envio e rastreio, e um furo fica registrado. Digital por físico, finalmente sem precisar confiar no escuro.
Trocar NFTs por itens físicos →Cards por consoles, pelo correio ou combinando em mãos. Rastreio dos dois lados, quatro dias para enviar e o histórico de trocas e furos de cada pessoa à vista.
Escambo online →O app inteiro é um ciclo só. Se anunciar algo levar mais de um minuto, tem algo errado.
Um título, uma linha sobre o estado e o que você quer em troca. “Aberto a propostas” também vale.
A pessoa diz o que daria. Você vê os pontos dela antes de decidir, então sabe com quem está lidando.
Ao aceitar, o item sai do mural. Quando estiver em mãos, cada um dá seu aval — e os dois ganham pontos.
O problema mais antigo do escambo: você precisa de alguém que tenha o que você quer e queira o que você tem. Conte as duas metades para o Dot e ele vai procurar.
Em palavras, ou marcando categorias inteiras. “Aberto a propostas” também conta.
PS5 ou PlayStation 5, Pokémon ou pkmn, GBA ou Game Boy Advance — tudo entendido como a mesma coisa.
No topo, as trocas em que os dois querem; depois, pessoas por perto e anúncios com Prova do item.
Procurando algo que ninguém tem ainda? Salve a busca e receba um e-mail assim que alguém anunciar.
O difícil de trocar com um desconhecido é enviar primeiro. Cada passo de uma troca no mural foi pensado para isso.
Cada pessoa mostra seus pontos, quantas trocas concluiu, quantas foram verificadas e se já deu algum furo — antes de você fechar qualquer coisa.
Depois de fechar, os dois lados têm quatro dias para enviar. Marque o seu como enviado com o código de rastreio. Se o outro lado nunca enviar, encerre como furo — ele perde pontos, e todo mundo vê.
Cada troca tem sua própria conversa, que só vocês dois podem ler. Combinem um encontro ou o envio sem publicar nada.
“Perto de mim” usa uma localização arredondada para cerca de um quilômetro, garantida pelo banco de dados. Ninguém vê seu endereço, a não ser que você mande.
Quando os dois lados são NFTs na mesma rede, a troca é uma transação só: os dois se movem, ou nenhum se move. Ninguém envia primeiro. Os anúncios são conferidos na blockchain, então você sabe que o NFT ainda está lá.
As trocas são item por item. Nenhum dinheiro passa de mão em mão entre quem troca e nenhum número de cartão fica guardado aqui, então não há nada no meio para perder.
Um mural de trocas depende de você poder confiar num desconhecido. Os pontos são a resposta para isso, por isso são o que o app mais protege.
Os pontos não ficam guardados como um número que alguém possa escrever. Eles são contados a partir do próprio histórico — cada ponto vem de uma troca que outra pessoa aceitou ou de um aval que outra pessoa deu. Trocar várias vezes com a mesma pessoa para de contar depois da segunda vez, então dois amigos não conseguem fabricar uma reputação. Não há nada para editar nem nada para comprar.
É onde mais se troca, então é por aí que o mural começa — cards colecionáveis, videogames, consoles retrô e colecionáveis.
E todo o resto, de bikes a vinis: